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Luiz Menna-Barreto, Professor Aposentado Sênior da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP), aborda o fantasma da temporalidade que veio à tona com a pandemia da COVID-19. “Temporalidade que se expressa nas nossas rotinas, através das quais alimentamos a falsa noção de que o tempo passa independentemente do que estejamos fazendo. Uma das consequências da pandemia, certamente uma novidade, é a possibilidade que temos hoje de observar, compreender e eventualmente modificar nossas vivências temporais”, analisa o professor.

O tempo, a rotina social, o sono e os nossos sonhos conscientes e inconscientes foram afetados com a mudança abrupta do modo cotidiano que vivenciamos na atualidade. O professor, em artigo para o Jornal da USP, apresenta que é possível uma mudança comportamental observando as novas possibilidades e, independente de como isso afeta em momento ativo ou de descanso, o sonhar é fundamental para estimular a criatividade em se manter equilibrado neste momento.

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